quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cooperativas têm dúvidas na aplicação das normas internacionais

O sistema cooperativo brasileiro vem discutindo a aplicação das regras e observa divergências de interpretação, principalmente no que tange aos conceitos básicos da contabilidade

Se depender das cooperativas brasileiras, a implementação das Normas Internacionais de Contabilidade não acontecerá tão cedo, com exceção daquelas que seguem as regras das suas agências reguladoras, em especial as cooperativas de Créditos e as Operadoras de Planos de Saúde. No entanto, no caso das cooperativas em que a contabilidade é completamente diferenciada, tanto em nomenclaturas quanto em interpretação de contas e sistema tributário, padronizar como requer a lei, parece uma tarefa um tanto quanto complicada.

Mas, para facilitar o entendimento e o trabalho dos contadores, em especial em relação às cooperativas do segmento agropecuário, o Sistema Ocergs Sescoop/RS está lançando um Manual de Contabilidade. Com aproximadamente 300 páginas, o documento vai contemplar os aspectos básicos da contabilidade e as legislações específicas aplicáveis a eles. Além disso, haverá um capítulo reservado para uma abordagem completa sobre a aplicação prática das normas trazendo um modelo de plano de contas e de demonstrações contábeis. A organização e autoria são do contador e coordenador da Comissão Contábil-Tributária do Sistema Ocergs/Sescoop/RS, Dorly Dickel, que acredita finalizar a obra até final de agosto, para ser distribuída em janeiro de 2012.


Confira o resto da matéria no site do Jornal do Comércio


STDS reúne-se com prefeituras para preparar projetos de agricultura

Representantes de prefeituras da Região Metropolitana de Porto Alegre participaram, na tarde desta quarta-feira (17), de uma reunião na Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social (STDS). O encontro teve por objetivo formatar o projeto da pasta, selecionado pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que prevê a criação de Centros de Agricultura Urbana e Periurbana (Caup) que terão a função de promover a formação agroecológica, a economia solidária e a conservação dos recursos naturais.


A STDS receberá R$ 900 mil para investir em cursos de capacitação na área e equipamentos agrícolas, que irão beneficiar cerca de 300 famílias que fazem parte dos programas sociais do Governo Federal, sendo 30 famílias em cada um dos municípios selecionados: Alvorada, Cachoeirinha, Sapiranga, Canoas, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Porto Alegre e São Leopoldo.


O secretário Luís Augusto Lara destacou que o Governo do Estado está apresentando, nesta gestão, um olhar diferenciado sobre a área da Segurança Alimentar. "Estamos fortalecendo este departamento em nossa Secretaria. e sugerimos aos gestores municipais que verifiquem de que outros programas podem participar e venham até a STDS, pois ajudaremos na elaboração de propostas, uma vez que temos uma Central de Projetos para auxiliar os municípios", afirmou.


O diretor do Departamento do Trabalho da pasta, Luiz Müller, enfatizou que o critério de seleção destas cidades ocorreu devido ao fato das mesmas já possuírem experiências com hortas comunitárias. "Também é importante salientarmos que a contrapartida de cada cidade não será de recursos financeiros, mas do compromisso em desenvolver o projeto", apontou o diretor.


No encontro, ficou definido que as prefeituras devem entregar, na sexta-feira (26), levantamentos no que se refere ao número de beneficiários diretos pelo projeto, bem como a área de abrangência do mesmo, apresentando um diagnóstico sobre as áreas produtivas. O projeto foi elaborado pela STDS em parceria com a Casa Civil, com a Secretaria do Desenvolvimento Rural e com o Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas vinculado à Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Iepe/Ufrgs) e a Emater.


Fonte: Jornal Correio

Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida: participe!

Você sabia que cada brasileiro consome em média 5,2 litros de veneno por ano?

Você sabia que todos os dias quando comemos algum alimento, estamos ingerindo uma quantidade enorme de venenos? É isso mesmo! Nossos alimentos estão cada dia mais contaminados em função das toneladas de agrotóxicos que são jogadas nas lavouras, em especial nos monocultivos do agronegócio.

Só no ano de 2009 foram jogados mais de um bi- lhão de litros de agrotóxicos no campo brasi- leiro, e desde 2008 o Brasil se transformou no maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Os agrotóxicos contaminam os alimentos que comemos e a água que bebemos, além dos rios, lagos, chuvas e os lençóis freáticos.

Quem ganha com isso? As principais empresas que produzem agrotóxico: Syngenta, Monsanto, Bayer...

O modelo de produção agricola predominante no Brasil e no mundo, se sustenta- com base nas grandes propriedades de terra (o latifúndio) com produção de mono- cultivos (só um tipo de planta) voltados principalmente para a exportação, com uso de máquinas pesadas que degradam a terra e com uso intensivo de Agrotóxicos.

Além disso, pagam baixos salários aos seus trabalhadores, chegando a utilizar trabalho escravo. Para que ocorra a concentração de terras nas mãos de uma só empresa agrícola ou fazendeiro(a), é preciso expulsar famílias inteiras de suas pequenas propriedades, levando-as a viver na periferia das grandes cidades sem muitas vezes ter como se sustentar. Causando inchaço populacional!!!

Debate sobre Código Florestal é uma questão fundiária

É o que garante o diretor de relações públicas da S.O.S Mata Atlântica. Para Mario Montovani, na audiência pública realizada ontem (17) em Brasília sobre o Código Florestal ficou claro que se trata de uma disputa por terras.

Montovani diz que vê o debate sobre o novo Código Florestal, aprovado em maio deste ano, com preocupação. Para ele, os únicos que saem ganhando são os grandes proprietários de terras.

Ele citou uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea) que indica que cinco milhões de imóveis rurais ocupam cerca de 500 milhões de hectares no país, o que demonstra a forte concentração fundiária.

Destes cinco milhões de imóveis rurais, 90%correspondem a quatro módulos fiscais, ou seja, pelo novo código estão dispensados de recuperação da vegetação em caso de desmatamento.Para Montovani, o interesse da bancada ruralista é garantir a posse dessas terras.

O ex-governador do Amazonas, Eduardo Braga, defende a inclusão no novo Código de uma incentivo fiscal para os produtores rurais que mantenham a reserva legal de suas áreas.

Na opinião de Montovani, essa proposta não é de real interesse dos grandes proprietários de terras. Segundo ele, os ruralistas apenas "querem derrubar florestas”.


Fonte: Adital

Estudo revela relação entre soja, desmatamento e Código Florestal

Relatório da Repórter Brasil relaciona a produção de soja e o desmatamento no contexto dos debates sobre o novo Código Florestal. O número de áreas de soja em zonas desmatadas em Mato Grosso, Pará e Rondônia "quase que dobrou” em relação a 2010.

Citando dados do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), o relatório aponta quenesses três estadosa quantidade de áreas recentemente desmatadas com plantações de soja passou de 76 para 147.

O documento aponta um crescimento de quase 3% da área plantada com soja em todo o país na última safra.A pesquisa mostra que a " lavoura da soja, baseada na grande propriedade monocultora, tem incentivado o desmatamento em áreas do Cerrado e da Amazônia em diversos municípios brasileiros”.

Segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), nos últimos 10 meses a derrubada de árvores na Amazônia aumentou em 266% em relação ao período anterior.

A publicação O avanço da soja e o Novo Código Florestal: uma análise dos impactos do projeto em debate no Congresso chama atenção para o aumento do desmatamento durante as discussões sobre o novo Código Florestal. O motivo seria a intenção dos desmatadores em receber anistia, prevista no novo código.

Fonte: Adital

Criatividade e inclusão social na terapia de pacientes com transtornos mentais

Uma parceria entre o Serviço de Saúde Doutor Cândido Ferreira, entidade filantrópica, e a Prefeitura Municipal de Campinas, São Paulo, região Sudeste brasileira, tem melhorado as formas de cuidado em saúde mental. Tolerância e respeito às diferenças têm sido desafios dos movimentos de economia solidária e a Reforma Psiquiátrica de Campinas, que resolveram tratar os casos de quem sofre de transtorno mental com criatividade e empreendedorismo.

Desde 1993, Cândido Ferreira é considerada uma entidade de referência no tratamento da saúde mental pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A parceria se baseia no respeito aos direitos do portador de transtorno mental e busca sua reinserção social e familiar, mantendo como eixo terapêutico principal a promoção da cidadania. O objetivo maior da instituição é a desospitalização.

A entidade atende a um público de mais de mil usuários por mês e conta com um Núcleo de Atenção à Crise, Núcleo de Atenção à Dependência Química, três Centros de Atenção Psicossocial (Caps), Núcleo Clínico, 12 Oficinas de Trabalho, Centro de Convivência e Arte, o Espaço 8 Atelier e o Centro Cultural Cândido/Fumec.

Dentre as diversas atividades realizadas, a instituição inseriu o projeto de economia solidária, cujo objetivo é apoiar empreendimentos populares que envolvam produtores excluídos social e economicamente e que apresentam quadro de doença mental, vulnerabilidade e não tenham oportunidade de inserção no mercado formal de trabalho.

Conforme Cleusa Cayres, coordenadora do Projeto "a iniciativa tem ajudado na inserção dos pacientes no mercado de trabalho e na melhoria da qualidade de vida".

Cerca de 250 usuários se dividem nas 12 oficinas artesanais de Culinária e Eventos, Papel Reciclado, Vitrais, Construção Civil, Agrícola, Mosaico, Marcenaria, Serralheria, Vela, Vital Plano e Gráfica, dente outras. Os usuários também realizam atividades relacionadas à comunicação comunitária, distribuídas em três oficinas: jornal impresso, rádio e TV.

Os produtos são comercializados há dois anos na loja virtual "Armazém das Oficinas". O dinheiro das peças é transformado em bolsa-oficina de acordo com a produção mensal. Além do portal http://www.armazemoficinas.com.br/site/loja-virtual.html os produtos podem ser encontrados na Rua Coronel Quirino, 172, no Cambuí em Campinas, São Paulo.

Fonte: Adital - Jeane Freitas



Integrantes da Associação Bem da Terra participam de curso de Informática na UCPel.

Durante os próximos três meses, membros da Associação Bem da Terra – Comércio Justo e Solidário estarão participando do curso de Informática Básica oferecido pelo Projeto de Apoio à Inclusão Digital e Cidadania (Paic) da UCPel.

A partir da integração de dois projetos de extensão da UCPel entre o Núcleo de Economia Solidária e Incubação de Cooperativas (NESIC), coordenado pelo Professor Renato Della Vechia, e o Projeto de Apoio à Inclusão Digital e Cidadania (Paic), coordenado pelo professor Fábio Raniere, surgiu a oportunidade de oferecer gratuitamente a primeira etapa do curso básico de informática aos integrantes dos grupos da Associação Bem da Terra.

As aulas ocorrem todas as terças-feiras, das 14h as 17h na UCPel. O objetivo da junção das extensões é aliar as propostas de formação e qualificação destes trabalhadores. Também disponibilizar o conhecimento da tecnologia a favor da expansão desses grupos nesses meios. Tornando a democratização da tecnologia acessível à comunidade em geral.

Associação Bem da Terra - Comércio Justo e Solidário

Bem da Terra - Comércio Justo e Solidário é um projeto acompanhado pelo Núcleo de Economia Solidária e Incubação de Cooperativas (NESIC), que visa consolidar uma Rede Regional de comercialização de produtos e serviços da economia solidária da qual participam 23 grupos/associações/cooperativas de Pelotas e região.

Carlos Alberto Alves

Foto: Carlos Alberto Alves

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O QUE É A MARCHA DAS MARGARIDAS

É uma ação estratégica das mulheres do campo e da floresta para conquistar visibilidade, reconhecimento social e político e cidadania plena.

A Marcha das Margaridas se consolidou na luta contra a fome, a pobreza e a violência sexista e sua agenda política de 2011 tem como lema desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade.

Coordenada pelo Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais composto pela Confederação Nacional de Trabalhadores na Agricultura – Contag, por 27 Federações – Fetag’s e mais de 4000 sindicatos, sua realização conta com ampla parceria.

Em 2011, as mulheres trabalhadoras rurais, mais uma vez, estarão nas ruas, em movimento, para protestar contra as desigualdades sociais; denunciar todas as formas de violência, exploração e dominação e avançar na construção da igualdade para as mulheres.Junte-se a nós.

Assuma o compromisso com a luta da Marcha das Margaridas de 201. Venha marchar por desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade para todas as mulheres.

Marcha das Margaridas

A maior mobilização de mulheres trabalhadoras rurais do campo e da floresta do Brasil tem esse nome, como uma forma de homenagear a trabalhadora rural e líder sindical Margarida Maria Alves.

Margarida Alves é um grande símbolo da luta das mulheres por terra, trabalho, igualdade, justiça e dignidade. Rompeu com padrões tradicionais de gênero ao ocupar por 12 anos a presidência do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alagoa Grande, estado da Paraíba. À frente do sindicato fundou o Centro de Educação e Cultura do Trabalhador Rural. A sua trajetória sindical foi marcada pela luta contra a exploração, pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, contra o analfabetismo e pela reforma agrária. Margarida Alves foi brutalmente assassinada pelos usineiros da Paraíba em 12 de agosto de 1983.

Margaridas marcham em Brasília

As atividades da Marcha das Margaridas já estão em curso no Pavilhão do Parque da Cidade. A mobilização é a maior da América Latina e deve reunir 100 mil mulheres em Brasília entre hoje, terça-feira, e amanhã, 17/08. Representantes das 27 federações do País se organizaram para participar da grande agenda de hoje, que prevê abertura política, oficinas, painéis, lançamento do CD Marcha das Margaridas e de publicações sobre as lutas das trabalhadoras rurais.

A manhã desta terça-feira, 16/08, foi reservada para as saudações às delegações, o lançamento da Campanha contra os Agrotóxicos, sete oficinas temáticas, que abordarão assuntos de interesse da mulher rural e dois painéis sobre desenvolvimento sustentável. À tarde haverá visitação à mostra de artesanato e à noite, show da cantora Margareth Menezes, além de apresentações culturas.

E não é apenas dentro do Pavilhão do Parque que as atividades acontecem. A Contag e representantes das federações estaduais participam nesta terça-feira, 16/8, às 10h, na Câmara dos Deputados, de sessão Solene em homenagem à Marcha das Margaridas. O ato faz parte da programação da Marcha 2011 que acontece em Brasília até o dia 17/8. “A manifestação no Congresso é mais um ponto da nossa luta para denunciar as diversas formas de exclusão e violência contra as mulheres do Campo e da Floresta”, afirma Carmen Foro, secretaria de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Contag.

Após a sessão solene, acontece no Hall da Taquigrafia da Câmara a abertura da mostra fotográfica “Mulheres do Campo e da Floresta Tecem Novo Amanhecer”. A abertura conta com ato político de entrega da pauta de reivindicações ao Congresso Nacional, com a presença da atriz Letícia Sabatella, engajada na ONG Humanos Direitos.


Fonte: Agência Contag de Notícias

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Nesta terça a 15ª Edição da Feira Mensal do Bem da Terra

Consumir conscientemente agora é mais fácil em nossa região!

Amanhã dia 09 de agosto, ocorrerá mais uma edição da Feira mensal da Economia Solidária da Associação Bem da Terra. Nessa terça será a XV edição do evento que ocorre todos nos meses na frente da UCPel as atividades começam 09h e encerra às 19h.

Os mais de 20 empreendimentos econômicos solidários que formaram a rede de comercialização "Bem da Terra" Comércio Justo e Solidário, com o objetivo é oferecer seus produtos de forma centralizada e cômoda, de uma forma auto-sustentável.

Para uma das artesãs que participa dês do inicio da Associação, Zenaide Rocha da Cooperativa COOPRESSUL, “a feira deu mais visibilidade para o grupo” segundo ela através dos encontros mensais na feira os comerciantes têm a possibilidade de apresentar seu grupo e fazer o contato direto com o cliente, contar a história e como e feito o seu produto.

A grande característica da feira é a exposição dos produtos das associações, cooperativas e grupos de economia solidária de toda região produzidos de forma saudável, sustentável e solidária comercializados diretamente do produtor para o consumidor, gerando trabalho e renda para a economia regional.

Segunda a Angelita Machado Castro do grupo Cidadania e Vida, “a feira aumentou o rendimento do grupo”. Além de fomentar a viabilidade econômica dos grupos a Associação tem a característica de incentivar a troca de experiências. Para Angelita os encontros com outros colegas da feira possibilitou que ela aprendesse a fazer sabão e edredom , novos produtos que o Grupo Cidadania e Vida está trazendo para a 15ª edição da feira.

São comercializados produtos como: padaria, hortifrutigranjeiros, leite, bebida láctea, queijos, ovos, sucos, grãos, café, farinhas, plantas e flores, artesanatos como diversos tipos de mantas, cobertores, estolas, polainas, tocas e ponches. Comercializamos, também, kit cozinha, como toalhas e guardanapos entre outros.

A Associação Bem da Terra está realizando junto às feiras deste ano, atividades artísticas / culturais que ocorrem às 16hs, buscando fomentar e dar visibilidade para músicos e artistas que acreditam na filosofia de um outro mundo possível. Nessa terça a atividade artística fica por conta do Coletivo Arteiras que apresentará a peça intitulada Contos do Mestre Didi.

O Coletivo surge num encontro entre um ator e uma bailarina ou um masculino com um feminino, o resultado não poderia ser somente um casal. Não numa perspectiva poética. Daí surge o Coletivo Arteiras.

SINOPSE DOS CONTOS DE MESTRE DIDI:

Mestre Didi como carinhosamente é reconhecido registra por meio de seus contos a herança Nagô que lhe fora transmitida através da oralidade pelas antigas Yalorixás do Axé Opô Afonjá. Segundo Didi estes contos aconteciam no momento em que as

crianças deveriam de dormir. Nesta hora: Tia Maria Badá (Alufan Deiy) juntava as crianças a sua volta para contar histórias que serviam para acalmar e ao mesmo tempo educar os pequenos. ( A história de um terreiro Nagô 1988). Seus contos surgem de uma herança cultural corporificada, que existe desde os antigos contadores de histórias genealógicas (ORIKIS), estes, pertencentes a tradicionais grupos de teatro que percorriam as cidades africanas durante celebrações importantes com encenações ao ar livre. Desta maneira cantos e músicas secularizavam e difundiam os feitos dos grandes heróis e entidades míticas. (Autos coreográficos 2007)

Horário:A partir das 9h às 19h30m

Local: Na frente ao Campus I da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), na Rua Gonçalves Chaves, 373.

Em caso de chuva, a feira ocorrerá no saguão do Campus I da Universidade Católica de Pelotas no mesmo endereço.

CALENDÁRIO PARA AS PRÓXIMAS FEIRAS:

13 de setembro terça – feira

11 de outubro terça-feira

Email para contato: bemdaterracjs@gmail.com